4SWIM Performance
Natação em alta performance:
Treinamento presencial e planilhas On-line
Dia 1° de Setembo, dia do profisisonal de Educação Física.🏊
Comemore profissional!!! Fazemos parte de uma linda profissão! 🚀
🎂Parabéns a todos! Sigamos!
Xavier segue nosso programa à distância há pouco mais de 6 meses e já colheu os frutos.
Ele mostrou que com disciplina e muito feedback é possível se chegar longe! Uma case de sucesso muito legal de mostrar para vocês!
Não importa seu nível, quando se quer e persiste, é possível evoluir. Mas pra isso, é necessário seguir o programa certo.
🏊♂️💨 TEM NADADOR QUE PASSA RÁPIDO E PARECE QUE ESTÁ PASSEANDO.
Enquanto outro está:
Rodando muito o braço;
batendo muita perna;
fazendo espuma;
aparentemente entregando tudo… e mesmo assim não produz a mesma velocidade.
Então aparece aquela frase:
“Fulano nada rápido sem fazer força.”
Não é bem assim.
Ele provavelmente está produzindo bastante força. A diferença pode estar na eficiência com que essa força é transformada em deslocamento.
Na natação temos uma relação permanente:
➡️ queremos produzir propulsão;
⬅️ enquanto tentamos reduzir arrasto.
E pequenos erros começam a cobrar energia.
1. Quadril baixo.
2. Cabeça mal posicionada.
3. Oscilações excessivas.
4. Movimentos laterais.
5. Entrada inadequada.
Ações que produzem movimento, mas pouca propulsão. Tudo isso tem custo.
Por outro lado, também não adianta interpretar eficiência como:
“Dar poucas braçadas e deslizar muito.” Isso também seria uma simplif**ação.
Existe uma relação entre:
🔢 frequência;
📏 distância por ciclo;
💪 capacidade de produzir força;
🌊 resistência;
⚡ velocidade.
E essa relação muda conforme atleta, prova e intensidade. É por isso que eu gosto muito de observar eficiência junto com o cronômetro. Porque o objetivo não é simplesmente deixar o nado bonito. O objetivo é produzir velocidade.
A estética que muitas vezes enxergamos nos grandes nadadores é consequência de um sistema altamente organizado trabalhando em alta intensidade. Eles fazem força. Muita. Só que uma parcela maior desse trabalho parece estar contribuindo para aquilo que realmente interessa:
➡️ AVANÇAR.
🎯 Eficiência não signif**a fazer menos. Signif**a desperdiçar menos.
👇 Quer que eu faça um conteúdo mostrando os principais pontos que aumentam o desperdício de energia no nado?
Comenta EFICIÊNCIA.
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🎧 2026 está sendo um ano histórico para a natação mundial!
Recordes caindo, velocidade feminina em outro nível e marcas impressionantes: McEvoy nos 50 livre, a disputa entre Kate Douglass, Gretchen Walsh e Sarah Sjöström, além dos recordes de Summer McIntosh, Marrit Steenbergen, Sara Curtis e do incrível 14:26.79 de Johannes Liebmann nos 1500 livre — média de 57.79 por 100m! 🤯
Com os 50m costas, peito e borboleta entrando no programa olímpico em Los Angeles 2028, f**a a hipótese: estamos começando uma nova era das provas de velocidade?
🎧 Dê o play e confira nossa análise!
🏊♂️ Coach, hoje o treino foi bom. Saí morto!
Será mesmo?
Existe uma ideia muito enraizada no esporte de que o nível de cansaço ao final da sessão é uma espécie de nota para o treinamento.
Quanto mais destruído o atleta termina, melhor teria sido o treino.
Eu discordo.
A fadiga pode fazer parte do processo — e muitas vezes fará.
Mas ela precisa aparecer dentro de um objetivo.
⚡ Se quero desenvolver potência, preciso conseguir produzir potência.
🚀 Se quero velocidade, preciso criar condições para nadar rápido.
🔄 Se o objetivo é recuperação, preciso respeitar essa característica.
🔥 E se quero desenvolver a capacidade de sustentar desempenho sob fadiga, aí sim ela passa a fazer parte diretamente do estímulo.
Percebe a diferença?
O problema não é cansar.
O problema é cansar sem saber por quê.
Uma sessão não deveria ser avaliada simplesmente por quantos metros foram nadados, quanto ácido o atleta sentiu, quanto ele suou ou quão difícil foi sair da piscina.
A pergunta mais importante deveria ser:
🎯 QUAL ADAPTAÇÃO ESTÁVAMOS BUSCANDO HOJE?
Isso também tem tudo a ver com aquilo que estamos construindo neste Macro III.
Queremos cada vez menos treinamento no piloto automático.
Menos quantidade pela quantidade.
Menos sofrimento utilizado como troféu.
E cada vez mais:
🧠 intenção;
🎯 especificidade;
🏊♂️ execução;
📈 qualidade.
Treinamento pode — e muitas vezes deve — ser extremamente difícil.
Mas existe uma diferença enorme entre treino difícil e treino sem propósito.
Treinamento é estímulo. Não é castigo.
Agora quero saber de você:
👇 Você ainda termina um treino e julga a qualidade dele pelo quanto ficou cansado?
Início de macro ciclo é sempre importante dar mais atenção a pontos técnicos que depois f**a mais difícil de resolver.
Hoje fizemos educaticos de saída. A ideia é melhorar reação e ângulo de ataque e entrada na água dos atletas.
🏊♂️ *O maior erro das equipes que nunca conseguem subir de nível não está no treino.*
Depois de mais de duas décadas vivendo a natação competitiva, cheguei a uma conclusão que mudou completamente a forma como conduzo uma equipe.
Muitas pessoas acreditam que performance nasce de treinos cada vez mais pesados.
Outras acreditam que basta encontrar atletas talentosos.
Mas nenhuma equipe sustenta resultados por muito tempo sem uma CULTURA forte.
CULTURA não é um banner na parede. Não é um discurso bonito antes do treino. É aquilo que acontece todos os dias.
É chegar no horário.
É cuidar do material.
É respeitar os companheiros.
É aceitar feedback.
É manter a qualidade mesmo quando ninguém está observando.
É assim que uma identidade coletiva é construída. E, mais cedo ou mais tarde, essa identidade aparece dentro da água.
Foi exatamente por isso que iniciamos o *Macro III* com um foco muito claro: fortalecer nossa CULTURA DE PERFORMANCE
Porque acreditamos que resultados consistentes são consequência de comportamentos consistentes.
E você? Qual hábito considera indispensável em uma equipe de alta performance?
👇 Vamos conversar nos comentários.
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Fábio Santos , atleta pateocinado da 4SWIM e representando o Jefferson Lima voltou cheio de estórias para contar do seu segundo Brasileiro infantil.
Trouxe muitas experiências, lições, emoções e conquistas, mas o melhor é saber para onde quer ir e o que precisa ser feito.
Foram duas finais B, dois 9° lugares e um top 8 no Ranking nacional nos 100m borboleta.
Vamos pra frente!
Nem sempre as coisas saem como o planejado e nem tudo podemos controlar. Porém podemos controlar como podemos reagir.
De manhã, não nadamos bem e ainda tivemos uma situação intrigante na aferição do tempo que daria final A.
Rapidamente absorvemos, definimos novo objetivo e já tínhamos um novo rumo e nova motivação. Ganhar final B (ser top 9) e fazer ao menos o 8° melhor tempo da competição.
A estratégia era clara, arriscar tudo na parcial que f**amos devendo de manhã e assumir o risco da glória ou da quebrada. Deu certo, 1'00"97 PR e meta batida.
Fábio Santos saiu melhor do que chegou, fez o melhor brasileiro da vida e ciente que pode estar em todas as finais A que quiser estar.
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