Bruno Tour RJ
Bruno Tour RJ
Todos são bem vindos! Isso durou de 2013 até vir a pandemia. A coisa agora é série e virou um meio de vida para mim.
Desde muito novo fui uma pessoa apaixonada pela natureza, tive a grande chance de viver próxima a ela desde que me lembro a me aventurar subindo pedras, um tempo depois, com amigos, fui conhecer o Parque Nacional da Floresta da Tijuca indo lá esporadicamente. Anos depois, resolvi transformar isso em um exercício mensal para o corpo, a mente e a alma e vi os resultados e a diferença das semanas com esse passeio para as semanas que eu não ia. Eu estou voltando a velha forma e algo mais, fazendo um curso de Guia de Turismo Regional (Rio de Janeiro) e Nacional (Brasil) e isso inclui 1º socorros, geografia, história, história da arte, técnicas de turismo e atrativos naturais.
20/09/2026
🌎Existe um vínculo que liga florestas, rios e gente em uma mesma casa.
Essa ideia ganhou um nome especial em um documento recente.
A Comissão Teológica Internacional propôs chamar os danos ao meio ambiente de "pecado contra a criação e contra o Criador".
Segundo o texto, deixar de cuidar da chamada Casa Comum rompe com um dever de cuidado confiado à humanidade.
O que o documento destaca:
poluição que afeta ar, solo e rios
perda de biodiversidade quando espécies somem
degradação da água que sustenta matas e animais
O convite é para uma verdadeira conversão ecológica.
Olhar para a natureza como algo vivo que precisa ser guardado.
Afinal, cada rio limpo abriga peixes, anfíbios e plantas que dependem dele.
Crédito da foto: Reprodução / Imagem: Vatican Media
Fonte: Instagram - Comissão Teológica Internacional
20/09/2026
Do you know the stinging patterns of different bees?
Four insects. Four completely different ways to sting and survive (or not).
🐝 Honeybees use a barbed stinger that lodges into mammalian skin. Once it's in, it can't come out. The sting tears free from the bee's abdomen in a one-time, fatal defense, while releasing alarm pheromones that call in reinforcements.
🐝 Wasps take a different approach. Their stinger is smooth, meaning no barbs; therefore, they can sting over and over again without harming themselves.
🐝 Hornets tend to escalate things. Bigger stinger, more venom per sting, and a higher ranking on the Schmidt Pain Index compared to bees and wasps.
🐝 Fire Ants don't just sting; they attack in patterns. With a curved, serrated stinger, they latch on and inject venom (Solenopsin) in a circular motion, hitting the same spot repeatedly for maximum effect.
Same purpose. Completely different designs.
Image: Science Spark
20/09/2026
Os gambás costumam ser vistos com desconfiança quando aparecem perto de casas, quintais e jardins. Mas, longe de serem apenas um incômodo, esses animais também fazem parte do equilíbrio do ambiente e podem ajudar a controlar naturalmente algumas espécies consideradas pragas.
Ao procurar alimento, eles consomem insetos, larvas, pequenos roedores e outros invertebrados. As escavações que deixam no solo, por exemplo, muitas vezes acontecem porque estão atrás de larvas escondidas debaixo da terra.
A alimentação também pode incluir vespas e suas larvas, inclusive em ninhos. Isso não significa que o gambá substitua métodos adequados de controle de pragas, mas mostra que ele pode contribuir para reduzir algumas delas no ambiente.
Na maior parte do tempo, esses animais preferem evitar pessoas e seguir seu caminho quando recebem espaço. Por trás da fama ruim, existe um animal que também cumpre uma função importante na natureza.
19/09/2026
Enquanto o tom de verde vivo delimita os limites da Terra Indígena Kayapó, mantendo a cobertura arbórea intacta, a paisagem adjacente exibe uma drástica transformação impulsionada pelo avanço agropecuário, que substituiu a mata nativa por pastagens e lavouras.
Essa dualidade visual choca: a densidade florestal confronta-se diretamente com extensas zonas desmatadas, ao passo que ameaças persistentes como incêndios, invasões e a atividade garimpeira exercem forte pressão sobre o reduto nativo.
O registro fotográfico ilustra uma dinâmica recorrente na Amazônia, onde os territórios demarcados atuam como verdadeiros escudos contra a derrubada da vegetação, salvaguardando a biodiversidade, os mananciais hídricos e a integridade da floresta.
Com taxas de supressão vegetal drasticamente inferiores às de seu entorno, as grandes reservas indígenas da região amazônica desenham fronteiras nítidas com o exterior, gerando divisões perceptíveis a olho nu em imagens aéreas, a exemplo do que ocorre na área dos Kayapó.
Apesar da proteção, dados do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (LASA/UFRJ) apontam que cerca de 21% da extensão total da TI Kayapó, somando mais de 697 mil hectares, já sofreram impactos provocados pelo fogo.
É por essa razão que o registro possui tanta força documental: ele materializa em uma única imagem estatísticas que comumente circulam apenas em formato numérico. A contraposição entre o que resiste e o que foi destruído ilustra de forma clara o papel central das demarcações indígenas na conservação ambiental.
17/09/2026
HISTÓRICO! Uma descoberta arqueológica impressionante na zona portuária de Salvador, estado da Bahia, revelou um cemitério esquecido há cerca de dois séculos, onde podem estar enterradas mais de 100 mil pessoas escravizadas. O local, identificado como o provável maior conjunto de sepultamentos de escravizados das Américas, foi encontrado por pesquisadores ao investigarem a área conhecida como Campo da Pólvora. Segundo o estudo, o espaço abrigava as ossadas de africanos trazidos à força ao Brasil colonial, muitos dos quais morreram pouco após a chegada devido às condições desumanas da travessia atlântica e do trabalho imposto.
Este achado, além de lançar luz sobre a brutalidade da escravidão no Brasil, inaugura um momento de reconexão com memórias até então silenciadas. Os vestígios do local permitem repensar a dimensão da diáspora africana e o desaparecimento de comunidades inteiras que construíram o país sob violência e opressão. A identificação de um cemitério dessa magnitude reforça a urgência de preservar este patrimônio, dar visibilidade aos corpos e às histórias enterradas ali e promover o reconhecimento dos sobreviventes e seus descendentes.
🛜 Reprodução: ColombiaOne
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16/09/2026
Objetos de arte sacra da Igreja Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, no Centro do Rio, foram localizados pela Polícia Judiciária de Portugal em um antiquário de Lisboa.
Entre as peças recuperadas estão quatro tocheiros monumentais e uma cruz de prata de mais de 2 metros de altura, que haviam desaparecido do altar-mor da igreja.
PEÇAS FORAM IDENTIFICADAS POR MARCA DE OURIVES
A localização foi possível após uma denúncia anônima feita à Controladoria-Geral da União (CGU).
A Polícia Federal comunicou o caso à Interpol, que acionou as autoridades portuguesas.
Um dos detalhes que ajudou na identificação foi a marca do ourives José de Oliveira Coutinho, um dos principais prateiros do Brasil entre o fim do século XVIII e 1822. As peças traziam as iniciais “JOC”.
VALOR HISTÓRICO
Segundo a Irmandade de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, as obras têm valor artístico e histórico incalculável.
A cruz de prata mede cerca de 2,10 metros, enquanto os tocheiros têm mais de 1 metro de altura.
As peças estavam à venda em uma loja que funcionava como antiquário e casa de leilões em Lisboa. A Polícia Judiciária portuguesa informou que o vendedor não tinha conhecimento da origem dos objetos.
RESTITUIÇÃO AINDA NÃO TEM DATA
A igreja já enviou documentos para comprovar a propriedade das peças. Elas ainda passarão por perícia antes de serem devolvidas ao Brasil.
A Lapa dos Mercadores, uma das igrejas mais antigas do Rio, começou a ser construída em 1743 e foi concluída em 1750, em estilo barroco.
16/09/2026
Confira os focos de fogo detectados pelo satélite de referência do INPE entre 1º de janeiro e 8 de setembro de 2026, por estado brasileiro.
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