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Uso a pedra para deixar o meu legado e para contar a história da minha relação com o mar e a natureza, com os outros e com o meu mundo interior.

15/08/2026

Parte 3 - Depois de todo o processo de criação, chegou finalmente o momento de colocar a “Maresia” no espaço para o qual foi pensada. Ver a escultura ganhar o seu lugar na paisagem de Lagos foi um momento muito especial e agora faz também parte de quem por lá passa

12/08/2026

Parte 2 - Esta escultura nasceu da natureza envolvente de Lagos. Através da textura, da forma e do movimento, procurei transportar para a pedra alguns dos elementos que fazem parte desta paisagem e que estiveram na origem da “Maresia”

10/08/2026

Parte 1 - Antes de uma escultura chegar ao espaço público, existe todo um processo que muitas vezes permanece invisível

Photos from romp's post 13/07/2026

É altura de parar.

O próximo projeto já está a ocupar todo o atelier. O barulho das máquinas começa a ficar demasiado alto e o calor e o pó tornaram-se inimigos.

Voltarei em breve. Até lá, vou dedicar-me à obra mais importante de todas 🤍

Fotografias por hmn

18/05/2026

Resumo do festival

“Transformação”

Esta escultura nasce de uma reflexão sobre o luto perinatal, uma perda que é frequentemente vivida em silêncio e permanece socialmente invisível. A peça propõe uma metáfora visual e espacial para esta experiência íntima e muitas vezes impercetível.

A meia esfera presente na escultura representa simbolicamente o útero da mulher, um espaço de gestação, proteção e expectativa de vida. No seu interior encontra-se uma esfera fragmentada, visível apenas a partir de determinados ângulos. Esta esfera interior representa uma vida interrompida, mas também um processo de transformação e de passagem, evocando a ideia de que a existência não termina simplesmente, mas se transforma.

O facto de o interior da escultura não ser imediatamente visível convida o observador a mover-se em torno da peça. É necessário contorná-la, aproximar-se e procurar o seu interior para compreender plenamente aquilo que contém. Este gesto físico reflete a natureza do luto perinatal, que frequentemente permanece oculto, vivido de forma privada e silenciosa, muitas vezes invisível para a sociedade.

Desta forma, a escultura torna-se um espaço de contemplação e memória, onde matéria, forma e vazio dialogam para corporizar uma experiência profundamente humana: a perda, a transformação e a continuidade simbólica da vida.

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Obrigada à organização do festival por todo o apoio e acolhimento familiar e aos colegas escultores pela disponibilidade e amizade 💚

Photos from romp's post 09/03/2026

“Loading” na exposição coletiva do LAC “As Gavetas Não São Portas”,

📍Fábrica da Cerveja, Faro

🗓️ Patente até 5 de Abril

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Endereço


Largo Do Convento De Nossa Sra. Da Glória
Lagos
8600