ASPP / PSP
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Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP é uma organização profissional, constituída por pessoal com funções policiais, independentemente da categoria ou posto na escala hierárquica, da Polícia de Segurança Pública. Representando há mais de 30 anos a maioria dos Profissionais da PSP, a ASPP/PSP é a sucessora legítima da Associação Sócio-Profissional da PSP (ASPP) que, por sua vez, foi a legítima sucessora da Associação Pró-Sindical da PSP (ASP/PSP).
É uma longa história, que começou em 25 de Abril de 1974, com a Revolução dos Cravos, através da qual Portugal reconquistou a democracia, derrubando o regime do Estado Novo.
26/09/2026
𝐉𝐮𝐧𝐭𝐞-𝐬𝐞 𝐚 𝐧𝐨́𝐬 𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒❗
A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) convida todos os profissionais da PSP, GNR, restantes forças e serviços de segurança, bem como todos os cidadãos, a marcarem presença nas nossas ações de protesto.
A segurança pública é uma causa de todos e para todos❗
Segurança é investimento❗
A falta de meios e de efetivos afeta diretamente a vida das populações e a exaustão de quem veste a farda tem de terminar.
🔵 Contamos com a vossa voz e presença já este mês no Porto: 28 set | 17H30 (Comando PSP) - Desfile para a Câmara Municipal (19H30)
Não cessaremos esta luta ❗
⚫ Apelamos a todos os profissionais para que compareçam e vistam preto.
Porquê o preto?
Porque simboliza o luto pelo desrespeito pelos nossos direitos e pelas condições em que exercemos a nossa missão;
Porque demonstra a nossa seriedade e firmeza face aos problemas que afetam a PSP;
Porque unif**a a nossa classe, mostrando que estamos todos do mesmo lado.
Claro que o mais importante de tudo não é a cor da roupa — é a tua presença. Este é apenas um apelo. Contamos com cada um de vocês. A nossa força está na união de todos!
⚠️ Assine a Petição 𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒 ⬇️
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26/09/2026
Colocámos exatamente a mesma questão a 25 profissionais da PSP e da GNR, de forma anónima: 🔹“Se pudesse mudar uma única coisa na PSP/GNR amanhã, qual seria?”
Francisco Laranjeira
Setembro 25, 2026
As estruturas que representam os profissionais da PSP e da GNR voltam aos protestos. Salários, carreiras, suplementos e condições de trabalho estão entre as matérias que continuam a separar os representantes das forças de segurança e o Governo. Mas a ‘Executive Digest’ quis fazer uma pergunta diferente: o que mudaria quem anda todos os dias na rua?
Não lhes demos opções, nem uma lista de reivindicações onde escolher. As respostas chegaram em poucas palavras ou em desabafos mais longos.
Houve quem respondesse simplesmente “o salário, ganhamos pouco”. Quem pedisse carros que funcionem. Quem quisesse mais autoridade. Quem falasse da reforma, da progressão na carreira ou das condições que existiam quando entrou e que entretanto mudaram.
E houve quem falasse daquilo que f**a depois de o turno acabar: “Vamos a suicídios, mortes violentas, idosos em condições precárias, violências domésticas que ninguém imagina os contornos e depois vamos para a residência com memórias que nunca foram ditas a ninguém.”
São 25 testemunhos individuais e não uma sondagem representativa da PSP ou da GNR. Mas, juntos, permitem olhar para os protestos a partir de um lugar diferente: não através de quem se senta à mesa das negociações, mas de quem anda na rua.
“Em 2005 ganhava 2,5 ordenados mínimos”
O dinheiro aparece inevitavelmente nas respostas. Por vezes sem rodeios: “O salário, ganhamos pouco.” Há quem queira mudar o sistema remuneratório da GNR, quem reclame “ordenados dignos” e quem defenda um subsídio de risco equivalente ao atribuído aos profissionais da Polícia Judiciária.
Mas um dos testemunhos coloca a questão numa perspetiva diferente. “Em 2005, eu em início de carreira ganhava 2,5 ordenados mínimos. Atualmente, no escalão máximo, topo de carreira, proporcionalmente ganho muito menos que no início de carreira.”
É a comparação feita pelo próprio profissional entre o início da carreira e a situação atual. Outros apontam para a progressão, defendendo uma maior valorização remuneratória com os anos de serviço, ou criticam um modelo de formação e evolução na carreira que consideram ultrapassado.
E há quem ligue diretamente o salário à capacidade de manter pessoas no terreno: “Quem sofre com isto é o cidadão que não tem a patrulha que pode precisar.”
“Carros a funcionar”
Para outros, porém, a mudança começaria por algo muito mais básico.
“Gostavam de ter mais condições de trabalho, como, por exemplo, carros a funcionar”, responde um dos profissionais. Outro resume a prioridade à falta de “meios, quer humanos quer materiais”. Há ainda quem peça melhores instalações e equipamentos para conseguir prestar um melhor serviço à população.
Um dos testemunhos chama também a atenção para quem é colocado em Lisboa vindo de outras zonas do país: “Ganham mal. E pagar um quarto é caro.”
E há quem queira valorizar especif**amente quem permanece na patrulha, argumentando que a passagem de profissionais para especialidades deixa menos elementos disponíveis na rua.
As regras mudaram depois de entrarem
Dinheiro e meios não contam, contudo, toda a história. Em várias respostas surge outra ideia: profissionais que entraram com determinadas expectativas sobre a carreira dizem ter visto essas condições mudar ao longo dos anos.
Um militar da GNR recorda alterações na idade e no tempo necessários para passar à reserva, bem como na respetiva remuneração. Outro mudaria precisamente “a idade da reforma” e pede que sejam cumpridas as condições existentes quando ingressou.
Um terceiro aponta para o tempo de serviço exigido: “As condições na carreira, nomeadamente o ‘contrato’ inicial, ao longo do tempo têm vindo a sofrer alterações.”
A estas queixas junta-se o desgaste. Há quem defenda o reconhecimento da profissão como sendo de desgaste rápido e quem questione a capacidade de um profissional próximo dos 60 anos enfrentar determinadas situações de perigo nas mesmas condições físicas de alguém bastante mais novo.
Outro dos testemunhos aponta diretamente para os turnos: “Levam a um desgaste e um desajuste na saúde, mental e metabólica.” Para este profissional, esse impacto deveria ser compensado.
Também a relação com os cidadãos aparece nas respostas.
Dois dos profissionais gostariam de ter maior autoridade ou capacidade para agir, expressando a perceção de que existe hoje menor respeito pelas forças de segurança ou receio das consequências de determinadas intervenções.
Outro olha para dentro da própria instituição e critica o sistema de avaliação, que considera excessivamente orientado para a produtividade através dos autos. Na sua perspetiva, isso criou competição interna e prejudicou a relação com os cidadãos.
Gostaria de ver precisamente o contrário: mais proximidade com escolas, comércio e população e mais patrulhamento preventivo.
Há respostas que vão ainda mais longe. Um dos 25 profissionais fundiria PSP e GNR numa única Polícia Nacional. Dois outros facilitariam o afastamento de militares da GNR que considerassem não ter qualidade para permanecer na instituição, ao mesmo tempo que reclamam o cumprimento dos direitos previstos para quem lá está.
“Memórias que nunca foram ditas a ninguém”
Mas há uma dimensão da profissão que dificilmente cabe numa tabela remuneratória.
Um dos profissionais ouvidos pela ‘Executive Digest’ tem 20 anos de serviço na patrulha. Se pudesse mudar uma única coisa, não começaria pelo salário, pela reforma ou pelos carros.
“Sendo militar com 20 anos de serviço na patrulha, mudava o apoio que existe aos militares. Vamos a suicídios, mortes violentas, idosos em condições precárias, violências domésticas que ninguém imagina os contornos e depois vamos para a residência com memórias que nunca foram ditas a ninguém e nada apoiam.”
A mudança que propõe é concreta: “Uma equipa permanente de apoio e diálogo com os patrulheiros.”
É uma resposta diferente, mas que toca num dos temas que também surge noutros testemunhos: o desgaste acumulado de uma profissão feita de turnos, situações de perigo e contacto repetido com momentos particularmente difíceis da vida de outras pessoas.
Há salários, carreiras, reformas, falta de meios e autoridade. Mas há também aquilo que não cabe numa tabela remuneratória: o que quem anda na rua leva para casa quando o turno acaba.
Porque voltaram PSP e GNR aos protestos?
A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) anunciaram protestos conjuntos entre setembro e outubro. As estruturas acusam o Governo de ainda não ter concretizado matérias do acordo de 2024, que aumentou em 300 euros o suplemento de risco, apontando nomeadamente a revisão salarial, das carreiras e do sistema de avaliação. No caso da GNR, a APG reclama também uma revisão dos cortes nas pensões.
As negociações, entretanto, continuam. Depois de uma reunião a 17 de setembro, está prevista para 29 de setembro uma nova ronda dedicada à reestruturação das carreiras e à organização do tempo de trabalho. Outras estruturas da PSP e da GNR têm também reclamado um suplemento de risco em condições equivalentes às da Polícia Judiciária e uma revisão do regime remuneratório.
Os protestos mantêm-se. Estão previstas ações em várias cidades e uma manifestação nacional em outubro.
https://www.google.com/url?rct=j&sa=t&url=https://executivedigest.sapo.pt/uma-pergunta-25-profissionais-da-psp-e-gnr-o-que-mudariam-amanha-nas-forcas-de-seguranca/&ct=ga&cd=CAEYACoTNTMwMzA0OTc2MDY4Mzk4MTI4MzIZNTY3OTVkYWQ4ZWUwZGRiMzpwdDpwdDpQVA&usg=AOvVaw2SuLIy9KaZEkRV-MNqlQJt
25/09/2026
𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐧𝐨 𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 6.º 𝐂𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐝𝐞 𝐅𝐨𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐡𝐞𝐟𝐞𝐬
A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏), representada pelo seu presidente, 𝑷𝒂𝒖𝒍𝒐 𝑺𝒂𝒏𝒕𝒐𝒔, esteve hoje presente na Escola Prática de Polícia (EPP), em Torres Novas (Santarém), a convite de Sua Excelência o Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública, Superintendente-Chefe Luís Miguel Ribeiro Carrilho.
A presença integrou a cerimónia de encerramento do 6.º Curso de Formação de Chefes da PSP, que decorreu nesta data, 25 de setembro de 2026.
A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 congratula-se com este momento e endereça aos 196 novos Chefes que, nessa qualidade, ratif**aram o seu Compromisso de Honra, as maiores felicidades pessoais e profissionais.
A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏, através do seu Gabinete da Carreira de Chefes, reafirma a sua proximidade e total disponibilidade para continuar a apoiar, defender e caminhar lado a lado com todos estes profissionais.
25/09/2026
𝑪𝒂𝒓𝒐𝒔 𝒄𝒐𝒍𝒆𝒈𝒂𝒔,
Como será do vosso conhecimento, a 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) vai levar a cabo um conjunto de protestos por várias localidades do país.
Se estás a aguardar pela tua pré-aposentação e esta não te é concedida, 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐚-𝐭𝐞;
Se aguardas pela mudança de nível remuneratório e ela não se concretiza, 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐚-𝐭𝐞;
Se aguardas pela revisão dos teus suplementos, 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐚-𝐭𝐞;
Se consideras errada a postura do Governo por não cumprir o acordo de 2024, 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐚-𝐭𝐞;
Se estás desmotivado pela falta de condições de trabalho e pelo corte constante de folgas, 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐚-𝐭𝐞.
Comparece nas iniciativas!
𝑷𝒂𝒖𝒍𝒐 𝑺𝒂𝒏𝒕𝒐𝒔, presidente 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏
𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒❗
▪️ Contamos com a tua voz e presença nas seguintes localidades:
🔵 Porto: 28 set. | 17H30 (Comando PSP) - Desfile para a Câmara Municipal (19H30)
🔵 Leiria: 1 out. | 17H30 (Comando PSP) - Câmara Municipal
🔵 Lisboa: 8 out. | 17H30 (Frente ao MAI) - Câmara Municipal
🔵 Faro: 14 out. | 17H30 (Comando de Faro) - Câmara Municipal
🔵 Funchal: 14 out. | 18H00 (Largo do Colégio) - Câmara Municipal
🔵 Guimarães: 16 out. | 17H30 (Comando de Guimarães) - Câmara Municipal
🔵 Ponta Delgada: 21 out. | 17H30 (Comando Regional Açores) - Câmara Municipal
Não cessaremos esta luta ❗
⚫ Apelamos a todos os profissionais para que compareçam e vistam preto.
Porquê o preto?
Porque simboliza o luto pelo desrespeito pelos nossos direitos e pelas condições em que exercemos a nossa missão;
Porque demonstra a nossa seriedade e firmeza face aos problemas que afetam a PSP;
Porque unif**a a nossa classe, mostrando que estamos todos do mesmo lado.
Claro que o mais importante de tudo não é a cor da roupa — é a tua presença. Este é apenas um apelo. Contamos com cada um de vocês. A nossa força está na união de todos!
⚠️ Assine a Petição 𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒 ⬇️
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24/09/2026
A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) representada pelos Delegados da Divisão de Angra do Heroísmo, 𝑱𝒐𝒔𝒆́ 𝑷𝒆𝒓𝒆𝒊𝒓𝒂 e 𝑱𝒐𝒔𝒆́ 𝑺𝒊𝒍𝒗𝒂, participaram numa importante reunião de trabalho com o Senhor Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel (tutela da SRPCBA), e com o Senhor Presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), Major Rui Andrade.
É com um balanço muito positivo que partilhamos as conclusões deste encontro com os nossos associados. Ambos os responsáveis demonstraram total sensibilidade e profunda solidariedade face à injustiça que afeta a nossa situação nas Regiões Autónomas, manifestando inequívoco apoio à nossa causa.
O processo — cujo percurso foi iniciado ainda no mandato do anterior Secretário Regional da Saúde, Clélio Meneses — encontra-se atualmente pendente a nível burocrático no Ministério da Administração Interna (MAI), em Lisboa. Perante estes factos, o Secretário Regional comprometeu-se a desenvolver esforços diretos para localizar e apurar o ponto de situação exato do protocolo original.
Em paralelo, e para que o processo avance em duas frentes, delineámos os seguintes passos estratégicos imediatos: em primeiro lugar, a expedição de um novo ofício ao MAI, sendo que a 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 voltará a oficializar o Ministério da Administração Interna para exigir um ponto de situação formal e urgente sobre o andamento do processo; em segundo lugar, a adoção da "via verde" da adenda territorial, onde, sob sugestão do Presidente do SRPCBA, a 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 analisará e proporá uma solução jurídica mais ágil, defendendo a criação de uma adenda ao protocolo já existente e em vigor entre o Ministério da Saúde, o INEM e o MAI — em detrimento de aguardar por um protocolo totalmente novo —, estendendo assim os direitos e efeitos aos Açores e à Madeira; por fim, a constituição de uma frente comum das Regiões Autónomas, unindo esforços com os colegas da Madeira nesta adenda conjunta para duplicar o peso político da nossa reivindicação junto do Governo Central.
Pôr termo a esta discriminação territorial constitui um imperativo inadiável de justiça. Ficou já acordada a total disponibilidade para a realização de uma nova reunião com a 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏, com o desiderato de darmos seguimento imediato a estas soluções assim que obtivermos o feedback formal do MAI.
Contamos com o apoio de todos. Mantê-lo-emos informado de cada passo desta importante etapa!
Angra do Heroísmo, 24 de setembro de 2026
A Direção da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏
24/09/2026
SOLIDARIEDADE... 🤝
𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒
Apelamos ao 𝐂𝐨𝐫𝐩𝐨 𝐝𝐚 𝐆𝐮𝐚𝐫𝐝𝐚 𝐏𝐫𝐢𝐬𝐨𝐧𝐚𝐥 para que marquem presença:
🔵 Porto: 28 set | 17H30 (Comando PSP) - Desfile para a Câmara Municipal (19H30)
🔵 Leiria: 1 out | 17H30 (Comando PSP) - Câmara Municipal
🔵 Lisboa: 8 out | 17H30 (Frente ao MAI) - Câmara Municipal
🔵 Faro: 14 out | 17H30 (Comando de Faro) - Câmara Municipal
🔵 Guimarães: 16 out | 17H30 (Comando de Guimarães) - Câmara Municipal
🔵 Ponta Delgada: 21 out | 17H30 (Comando Regional Açores) - Câmara Municipal
🔴 (Brevemente serão anunciadas datas para Vila Real, Madeira e outras localidades).
𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒
Apelamos ao 𝐂𝐨𝐫𝐩𝐨 𝐝𝐚 𝐆𝐮𝐚𝐫𝐝𝐚 𝐏𝐫𝐢𝐬𝐨𝐧𝐚𝐥 para que marquem presença:
🔵 Porto: 28 set | 17H30 (Comando PSP) - Desfile para a Câmara Municipal (19H30)
🔵 Leiria: 1 out | 17H30 (Comando PSP) - Câmara Municipal
🔵 Lisboa: 8 out | 17H30 (Frente ao MAI) - Câmara Municipal
🔵 Faro: 14 out | 17H30 (Comando de Faro) - Câmara Municipal
🔵 Guimarães: 16 out | 17H30 (Comando de Guimarães) - Câmara Municipal
🔵 Ponta Delgada: 21 out | 17H30 (Comando Regional Açores) - Câmara Municipal
🔴 (Brevemente serão anunciadas datas para Vila Real, Madeira e outras localidades).
𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐨𝐮 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐜̧𝐚 𝐧𝐨 𝐆𝐫𝐮𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐓𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐚 𝐧𝐚 𝐑𝐞𝐠𝐢𝐚̃𝐨 𝐀𝐮𝐭𝐨́𝐧𝐨𝐦𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐀𝐜̧𝐨𝐫𝐞𝐬
Declarações de 𝑷𝒂𝒖𝒍𝒐 𝑺𝒂𝒏𝒕𝒐𝒔, presidente da 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏), no Grupo de Trabalho para Analisar, Avaliar e Propor Melhorias no Âmbito do Dispositivo de Segurança Interna na Região Autónoma dos Açores (RAA), a convite da Assembleia Legislativa Regional.
Esta participação assumiu particular relevância na defesa dos interesses dos profissionais da polícia, inserindo-se nos trabalhos da Resolução n.º 9/2026/A, que visa debater de forma profunda os desafios operacionais do setor no arquipélago.
▪️Enquadramento e Objetivos da Audição
O Grupo de Trabalho teve como missão central proceder a um diagnóstico rigoroso da organização atual do policiamento de segurança pública na RAA. Serão avaliadas questões fulcrais como a adequação do modelo vigente às especificidades arquipélagicas — nomeadamente a dispersão, a descontinuidade territorial e a percepção de insegurança —, bem como o impacto operacional da afetação de recursos humanos e materiais e a articulação entre as diferentes forças e serviços de segurança.
▪️Detalhes da Reunião
(22 de setembro de 2026)
Local: Casa dos Açores em Lisboa (Rua dos Navegantes, n.º 21).
▪️Composição do Grupo de Trabalho
A comissão de trabalho foi coordenada pelo deputado Luís Soares (PSD) e contou com a deputada relatora Márcia Goulart (PSD), integrando ainda os deputados Flávio Soares (PSD), Lubélio Mendonça (substituiu José Ávila), João Vasco Costa e Cristina Calisto (PS), Luís Silveira (CDS-PP) e João Mendonça (PPM, sem direito a voto).
A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 continuará a acompanhar de perto este processo, levando a voz, as preocupações e as propostas dos profissionais da polícia aos órgãos de decisão política.
A Direção da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏
23/09/2026
𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 𝐑𝐄𝐔́𝐍𝐄 𝐂𝐎𝐌 𝐀 𝐂𝐀̂𝐌𝐀𝐑𝐀 𝐌𝐔𝐍𝐈𝐂𝐈𝐏𝐀𝐋 𝐃𝐀 𝐌𝐀𝐑𝐈𝐍𝐇𝐀 𝐆𝐑𝐀𝐍𝐃𝐄
A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) esteve hoje representada pelo seu presidente, 𝑷𝒂𝒖𝒍𝒐 𝑺𝒂𝒏𝒕𝒐𝒔, encabeçando uma comitiva composta pelo vice-presidente Miguel Neto, pelo secretário nacional Cristiano Correia, pelo tesoureiro Carlos Oliveira, bem como por diversos dirigentes e delegados locais. A comitiva manteve um encontro de trabalho com o Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande e respetiva equipa.
Esta reunião institucional teve como principal propósito a preparação das reivindicações e das ações de luta que servirão de mote para uma nova fase de contestação em prol da valorização da classe. Entre os momentos altos desta mobilização destacam-se a iniciativa agendada para o próximo dia 1 de outubro, na cidade de Leiria, bem como a realização da Assembleia Geral da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 e da Conferência associativa, que terão lugar na mesma cidade durante o mês de novembro.
A defesa intransigente dos direitos, das condições de trabalho e da dignidade dos profissionais da polícia exige uma voz forte, unida e firme. Contamos com a mobilização de todos!
23/09/2026
𝐔𝐍𝐄𝐅: 𝐔rgente 𝐍ão 𝐄squecer o 𝐅uturo
Em julho de 2024, após anos sem valorização da carreira "especial" da PSP, a ASPP/PSP assinou um acordo com o governo. Este compromisso consagrou a valorização de um suplemento, aplicou o acelerador de carreiras e prevê a reorganização das remunerações.
Passados mais de dois anos, já sob a liderança de Luís Neves, o processo foi retomado. O governo optou por começar pelo suplemento do pessoal da UNEF — uma medida justa, que a ASPP/PSP apoia. Contudo, é urgente não esquecer o futuro: a ASPP/PSP sempre viu o acordo de 2024 como determinante para resolver problemas estruturais.
Se a estratégia fosse a defendida pela ASPP/PSP, num desígnio de reestruturação global, o próprio suplemento UNEF lograria maior expressão, salvaguardando a compatibilidade deste e outros, com os demais. Começar pela UNEF é útil ao Executivo, mas isolar o processo condiciona a valorização salarial e a reformulação de todos os suplementos, falhando o cumprimento integral do acordado.
Paulo Santos, Presidente ASPP/PSP
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| Quinta-feira | 09:30 - 18:00 |
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