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Fundada a 10 de Julho de 1996, a FNAP representa e defende os interesses dos apicultores portugueses.

A Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP) foi fundada a 10 de Julho de 1996, nascendo da vontade de algumas organizações de apicultores, nomeadamente a Sociedade dos Apicultores de Portugal - SAP, a Associação de Apicultores da Região de Leiria, a Associação dos Apicultores do Norte de Portugal, a Associação de Apicultores do Centro de Portugal e a Associação dos Apicultores do Parque Natural de Montesinho. A sede da FNAP situa-se em Lisboa, mas as suas filiadas regionais garantem a descentralização e a circulação da informação até aos apicultores de todo o país, tanto no Continente como nos arquipélagos da Madeira e dos Açores. A estrutura interna da FNAP resulta das decisões da Assembleia Geral, que elege uma Direcção, constituída por 5 membros, assim como um Conselho Fiscal e a Mesa da Assembleia Geral, ambos com 3 membros cada.

Photos from FNAP's post 01/10/2026

Por trás de cada apicultor há uma rede que o representa. Chama-se FNAP, a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal.

Fundada em 1996, reúne organizações de apicultores de todo o país e leva a sua voz onde as decisões se tomam, ou seja, junto da Comissão Europeia e das organizações internacionais do setor. Defende os interesses da apicultura portuguesa e a sustentabilidade de quem vive dela.

Mais do que representar, a federação apoia as suas associadas, estimula a criação de novas organizações, colabora em estudos científicos e edita publicações técnicas. Um trabalho diário que sustenta o setor muito para lá dos eventos.

É esta a federação que organiza o Fórum Nacional de Apicultura. Este ano, o encontro é em Mogadouro, de 13 a 15 de novembro.

24/09/2026

Chegámos ao momento mais esperado, a prova de mel. E é aqui que se percebe uma coisa.

O que distingue um mel de outro não nasce no frasco. Nasce no território, ou seja, nas flores que a abelha encontrou, na estação em que trabalhou, no clima daquele ano. Provar um rosmaninho, uma urze ou um castanheiro é provar paisagens diferentes, cada uma com o seu carácter.

Por isso, uma prova de mel é mais do que degustação. É a forma mais saborosa de contar tudo o que veio antes, ou seja, o trabalho da colónia, a leitura do apicultor e a riqueza de um território.

O mel é o fim da história. A apicultura é a história toda.

Este ano, essa história conta-se em Mogadouro, no Fórum Nacional de Apicultura e na Feira, de 13 a 15 de novembro.

Photos from FNAP's post 22/09/2026

Há eventos para todos, e há eventos para quem quer mesmo aprofundar. O Fórum Nacional de Apicultura é do segundo tipo.

É para o apicultor que já tem colmeias e sente que a atividade mudou, ou seja, novas pragas, novos desafios sanitários e um clima que deixou de seguir o calendário de sempre, e que procura atualização com base técnica.

E é também para quem ainda não tem abelhas, mas não resiste à curiosidade e quer perceber por onde se começa.

A um e a outro, o Fórum oferece o mesmo, ou seja, conhecimento de quem investiga, contacto com quem produz há anos e um dia inteiro dedicado a levar a apicultura mais longe.

Se se reviu nisto, então o lugar é já a seguir. O Fórum decorre nesse sábado e exige inscrição prévia, e o programa f**a disponível na nossa plataforma.

Este ano, em Mogadouro, no Planalto Mirandês, de 13 a 15 de novembro.

17/09/2026

Tudo o que aprendemos num dia sobre apicultura.

E quem ensinou fomos todos, uns aos outros.

Houve perguntas que só as crianças fazem, daquelas que nos obrigam a pensar melhor na resposta. Porque é que as abelhas dançam? Quantas vivem numa colmeia? O que acontece lá dentro quando ninguém está a ver?

A cada pergunta, um brilho nos olhos. A cada resposta, mais vontade de saber.
Foi um dia de descobertas, e a maior de todas foi esta: quando se ensina com gosto, aprende-se para a vida. As abelhas que o digam.

Dias como este também fazem parte do Fórum Nacional de Apicultura e da Feira, que este ano se realizam em Mogadouro, de 13 a 15 de novembro. Porque a apicultura também se ensina, e começa cedo.

Photos from FNAP's post 15/09/2026

Há mais de meio século que se lê o território ao microscópio, e quem o revelou foram as abelhas. Ao analisar o pólen que elas recolhem no seu vaivém, é possível identif**ar as plantas de uma região e perceber quando florescem.

A colónia funciona como uma sentinela daquilo que a rodeia.

Se as abelhas revelam o território, então conhecê-lo é parte do trabalho de quem produz. Ler o que envolve o apiário, ou seja, a flora, a água, o clima e o solo, é uma competência técnica, tão importante como conhecer a colónia.

A literatura de boas práticas recomenda um pasto rico e diverso num raio aproximado de 1,5 km, com floração complementar ao longo do ano.

A água acessível poupa energia à colónia, de preferência corrente e não parada. O abrigo do vento e a exposição ao sol definem as condições do local, uma vez que ventos fortes prejudicam o voo das abelhas. E a diversidade de plantas, com um solo saudável, sustenta a floração durante mais tempo.

Do microscópio ao apiário, esta leitura é ciência e é ofício. É isso que o Fórum Nacional de Apicultura aprofunda, e que a Feira aproxima de quem quer aprender. Este ano, em Mogadouro, de 13 a 15 de novembro.

10/09/2026

Há momentos, no apiário, que dispensam explicação.

A dança sobre o favo, que é conversa e é mapa. O pólen que chega às patas, vindo do território lá fora. O favo que nasce perfeito sem ninguém ter visto a planta. Uma colónia inteira a funcionar sem que ninguém dê ordens.

Quem abre uma colmeia e presta atenção percebe depressa que o trabalho do apicultor é, muitas vezes, apenas não atrapalhar.

É por isto que a apicultura existe. E é isto que o Fórum Nacional de Apicultura e a Feira trazem a Mogadouro, de 13 a 15 de novembro.

08/09/2026

Falar em apicultura consciente não é opor uma prática a outra.

É reconhecer, como escreve o blogue português Abelhas à Beira, que perante desafios climáticos, sanitários e económicos cada vez mais complexos, investir em conhecimento sólido deixou de ser um luxo para ser uma necessidade.

É desse princípio que partem cinco pilares.

Conhecer a colónia como um organismo, em que cada abelha tem função e o conjunto se comporta como um todo.

Observar antes de intervir, porque a leitura da colmeia orienta a decisão. Ajustar o maneio a cada estação, uma vez que o calendário da floração deixou de ser previsível. Decidir a sanidade com critério, com atenção a temas como a resistência da varroa aos tratamentos, que a investigação do Instituto Politécnico de Bragança acompanha.

E aproveitar o que a colmeia dá para lá do mel, ou seja, a cera, o própolis, o pólen e o serviço de polinização.

Cinco pilares, um mesmo princípio: decidir com conhecimento. É essa a conversa que o Fórum Nacional de Apicultura traz a Mogadouro, de 13 a 15 de novembro.

03/09/2026

Nem sempre as abelhas se guardaram como hoje. Até aos anos 1980, a apicultura em Portugal fazia-se sobretudo em cortiços, peças cilíndricas feitas da casca do sobreiro, com os favos fixos ao interior.

Para os sustentar, o apicultor cruzava duas ou três varas de esteva, a que se chamava trancas, e a colheita fazia-se cortando a ponta dos favos.

A partir dessa década, generaliza-se a colmeia de quadros móveis, que permite abrir, inspecionar e retirar quadros sem destruir a obra das abelhas.

Com a mudança, alterou-se também a escala, ou seja, um cortiço acomoda cerca de 35 mil abelhas, enquanto uma colmeia de quadros em produção pode chegar às 80 mil. A produção subiu, e com ela a intervenção do apicultor no maneio.

O cortiço não desapareceu, e ainda hoje há quem o use. Faz parte das raízes de uma atividade que continua a evoluir.

02/09/2026

I Jornada Apícola de Moura 🍯

Moura recebe a I Jornada Apícola, um encontro dedicado ao fascinante mundo das abelhas e da apicultura! 🐝

Uma oportunidade para partilhar conhecimentos, experiências e valorizar a importância da apicultura e do papel essencial das abelhas no nosso ecossistema.

📅 Não perca esta primeira edição, que irá decorrer no dia 12 de Setembro no auditório COMOIPREL, entre as 09:00h e as 12:30h.
Consulte o cartaz para conhecer o programa e todas as informações.

Entrada Gratuita mas com inscrição obrigatória, através do E-mail [email protected] ou através do nosso número de telefone 285094261

Contamos consigo! 🍯🐝

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Lisbon
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