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The First Brazilian News AI Online of the World! Marcello Malcher - Publisher

09/11/2026

We Never Forget!
9/11/2001
🙏🏻🇺🇸

09/09/2026

EXTRA! EXTRA!
Flávio Dino reintegra Andrei Rodrigues ao comando da PF!

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quarta-feira a reintegração imediata de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

A decisão suspende o afastamento que havia sido imposto na véspera pelo ministro André Mendonça.

Além de Rodrigues, Dino também restabeleceu Leandro Almada na Diretoria de Inteligência Policial.

Na decisão, o ministro apontou que a interrupção das funções poderia comprometer investigações em andamento e questionou a legitimidade do pedido que levou ao afastamento da cúpula da corporação.

O episódio amplia a tensão institucional dentro do STF e da própria Polícia Federal.

André Mendonça havia determinado o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues e de Almada; agora, com a nova ordem, os dois retornam às suas funções enquanto a controvérsia segue sob análise da Corte.

Opinião do Editor:
Mais do que uma troca de decisões, o caso revela o tamanho da crise institucional em Brasília.

A Polícia Federal precisa de estabilidade, autonomia e segurança jurídica para investigar sem que disputas entre autoridades coloquem em risco a continuidade do trabalho público.

Marcello Malcher - Publisher/Editor
The Brazilian Post - O Primeiro Jornal Brasileiro de Notícias em AI, no Mundo!

09/08/2026

EXTRA! EXTRA!
Onze diretores da PF colocam cargos à disposição do novo comando após afastamento de Andrei Rodrigues!

Onze diretores da Polícia Federal colocaram seus cargos à disposição do diretor-geral interino, William Marcel Murad, horas depois do afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do comando da corporação.

A decisão coletiva não equivale a uma exoneração automática, mas amplia a dimensão política e institucional da crise aberta nesta terça-feira em Brasília.

Em nota, os dirigentes manifestaram apoio a Andrei Rodrigues e ao diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada, também afastado.

O grupo classificou as acusações contra os dois como injustificadas e afirmou que colocou os postos à disposição do comando interino da PF.

O afastamento foi determinado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.

Na decisão, o ministro apontou indícios de irregularidades na produção e no uso de relatórios de inteligência envolvendo integrantes do Judiciário e determinou apuração interna pela Corregedoria da Polícia Federal.

Os envolvidos contestam a interpretação e sustentam que a atuação da corporação foi técnica e regular.

A Segunda Turma do STF chegou a formar maioria para manter a medida cautelar, mas o pedido de vista do ministro Gilmar Mendes suspendeu a conclusão do julgamento.

Enquanto isso, o afastamento continua em vigor, e William Murad responde interinamente pela direção-geral da PF.

A reação de 11 dos 13 diretores da corporação coloca o governo e o Supremo diante de uma crise de grandes proporções.

O próximo passo será saber se o comando interino conseguirá preservar a estabilidade administrativa da instituição e se as medidas adotadas pelo STF serão revistas pelo plenário da Corte.

Opinião do Editor:
Não se trata de uma disputa comum por cargos.

Quando 11 diretores da Polícia Federal colocam suas funções à disposição depois do afastamento do diretor-geral, o país recebe um sinal claro de tensão dentro de uma das instituições mais sensíveis da República.

A Polícia Federal precisa de independência, estabilidade e transparência, nunca de disputas que comprometam sua credibilidade.

O Brasil tem o direito de exigir apuração rigorosa de qualquer suspeita, mas também precisa de decisões claras, juridicamente sólidas e capazes de preservar a instituição acima das batalhas políticas.

Marcello Malcher - Publisher/Editor
The Brazilian Post - O Primeiro Jornal Brasileiro de Notícias em AI, no Mundo!

09/08/2026

EXTRA! EXTRA!
Cubanos que apoiaram Trump na Florida, enfrentam deportações para a Africa!

A comunidade cubano-americana do sul da Flórida foi uma das bases mais fiéis de Donald Trump.

Em 2024, uma pesquisa da Florida International University apontou que 68% dos eleitores cubano-americanos prováveis de Miami-Dade pretendiam votar no republicano.

Em ruas, comícios e barcos, bandeiras americanas, cubanas e cartazes de “Cubans for Trump” ajudaram a construir uma imagem de apoio político firme ao atual presidente.

Agora, porém, parte dessa mesma comunidade vive uma realidade muito diferente.

Cubanos que chegaram aos Estados Unidos por vias legais temporárias, parentes de residentes e pessoas que construíram vida na Flórida passaram a enfrentar a perda de proteção migratória, detenções e a ameaça de remoção.

Famílias que acreditavam estar protegidas por programas federais veem seu futuro novamente colocado em dúvida.

A mudança central não foi o fim de um TPS para cubanos, Cuba não possuía essa designação federal.

O que a administração Trump encerrou foi o parole humanitário criado para cubanos, haitianos, nicaraguenses e venezuelanos durante o governo Biden.

O programa permitia entrada temporária, com autorização de trabalho, para pessoas que atendiam a requisitos e tinham patrocinadores nos Estados Unidos.

A Suprema Corte autorizou o governo a revogar essa proteção, abrindo caminho para que milhares de pessoas passassem a correr risco de deportação caso não obtivessem outro status migratório.

Também foi encerrado o programa de reunificação familiar para cubanos, que permitia a entrada temporária de determinados parentes de cidadãos ou residentes legais enquanto aguardavam os processos de imigração.

Para muitas famílias, a mensagem foi dura: a promessa de estabilidade que havia permitido planejar trabalho, moradia e o reencontro com parentes passou a ter prazo final.

O impacto agora chega a um nível ainda mais dramático.

Casos recentes mostram cubanos que viviam na Flórida sendo enviados pelo ICE a países africanos, dentro da política de deportação para “terceiros países”.

Um cubano deportado para a República Centro-Africana relatou que não sabia para onde estava sendo levado.

A situação cria um contraste político impossível de ignorar: uma comunidade que deu apoio expressivo ao presidente agora acompanha, com medo e indignação, parentes e imigrantes cubanos sendo removidos para lugares onde não possuem cidadania, rede de apoio ou vínculos.

Nota do Editor:
Nenhuma comunidade vota em bloco, e nenhum eleitor deve ser reduzido a uma bandeira ou a um cartaz.

Mas há uma verdade política neste momento: muitos cubano-americanos acreditaram que a política dura de imigração atingiria apenas “os outros”.

Hoje, veem pessoas de sua própria comunidade e até famílias que chegaram por canais legais temporários perdendo proteção e enfrentando deportação.

Combater fraudes e aplicar a lei é dever de qualquer governo.

Mas transformar famílias que trabalharam, criaram raízes e confiaram no sistema em alvos de uma política indiscriminada é outra coisa.

O poder público não pode pedir lealdade política de uma comunidade e, depois, tratar sua vulnerabilidade como detalhe.

A Flórida cubana ajudou a eleger Donald Trump. Agora ela tem o direito de perguntar: quem vai defender seus parentes quando a deportação bate à porta?

Marcello Malcher - Publisher/Editor
The Brazilian Post - O Primeiro Jornal Brasileiro de Notícias em AI, no Mundo!

09/07/2026

EXTRA! EXTRA!
Miss Brasil USA 2026

Aconteceu neste sábado, a escolha da nova Miss Brasil USA/East Cost, durante o evento de gala 'Os Notáveis', no Hard Rock Cafe em Times Square, NYC,

A campeã, foi a belíssima Camila Bueno.

A produção do evento, foi do jornal brasileiro semanal mais antigo na America do Norte, o Brazilian Times, com o apoio da Aquarela Productions e seu produtor, Marcello Malcher.

Parabéns, Camila, pela conquista, que agora competirá pelo nacional na Florida, em dezembro.

Congrats, bela!👸🏻👏🏻
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EXTRA! EXTRA!
Miss Brasil USA 2026

Aconteceu neste sábado, dia 05 de Setembro, a escolha da nova Miss Brasil USA/East Cost, durante o evento de gala 'XVI Os Notáveis', no Hard Rock Cafe em Times Square, NYC.

A campeã, foi a belíssima Camila Bueno.

A produção do evento, foi do jornal brasileiro semanal mais antigo na America do Norte, o Brazilian Times, com o apoio da Aquarela Productions e seu produtor, Marcello Malcher.

Parabéns, Camila, pela conquista, que agora competirá pelo nacional na Florida, em dezembro.

Congrats, bela!👸🏻👏🏻

Photos from Brazilian Post's post 09/02/2026

EXTRA! EXTRA!
Juíza bloqueia nova ordem de Trump contra cidadania por nascimento

A juíza federal Deborah Boardman bloqueou a nova tentativa do governo Trump de restringir a cidadania por nascimento nos Estados Unidos.

A ordem executiva buscava criar exceções para negar o reconhecimento automático da cidadania a crianças nascidas no país em situações específicas relacionadas ao status migratório ou à condição dos pais.

Para a magistrada, a proposta tem forte probabilidade de violar a 14ª Emenda da Constituição americana, que protege a cidadania de quem nasce em território nacional.

A decisão impede, por enquanto, que órgãos do governo federal adotem medidas para aplicar a ordem, inclusive em processos ligados a documentos e passaportes.

A controvérsia ganha peso porque o Departamento de Estado estudava exigir provas de cidadania ou de status migratório dos pais durante pedidos de passaporte para crianças.

O governo argumenta que pretende coibir fraudes e o chamado “turismo de nascimento”; entidades de defesa dos imigrantes respondem que a medida ameaça famílias e confronta uma garantia constitucional consolidada há mais de um século.

O caso deve continuar nos tribunais e pode chegar novamente à Suprema Corte, ampliando um dos debates mais importantes da política americana: até onde vai o poder de um presidente para redefinir políticas migratórias sem mudar a Constituição?

A liminar não encerra a disputa, mas mantém protegido, neste momento, o princípio da cidadania por nascimento enquanto a Justiça analisa o mérito da questão.

Opinião do Editor:
A cidadania por nascimento está no coração da promessa americana: a de que a lei protege a pessoa antes de protegê-la por origem, dinheiro ou sobrenome.

O governo pode, e deve, discutir controle migratório, fronteiras e fraudes. Mas não pode transformar crianças nascidas no país em alvo de uma disputa política.

A decisão da juíza Deborah Boardman lembra que, em uma democracia, a Constituição continua sendo o limite mais importante do poder.

Marcello Malcher - Publisher/Editor
The Brazilian Post - O Primeiro Jornal Brasileiro de Notícias em AI, no Mundo!

09/02/2026

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Executiva do Bank of America é morta em Times Square; suspeita tinha histórico de saúde mental

Uma tarde comum em Times Square terminou em tragédia quando Erin Piacenti, executiva do Bank of America de 32 anos, foi mortalmente esfaqueada em um ataque aleatório e sem provocação.

O crime aconteceu na segunda-feira, 31 de agosto, em uma das regiões mais movimentadas e policiadas de Nova York.

Segundo a polícia, Pamela Cisneros, de 49 anos, retirou duas facas de uma sacola e atacou inicialmente um homem de 68 anos que havia saído do metrô e aguardava para atravessar a rua com a esposa.

Ele foi atingido no abdômen e levado ao hospital em condição estável.

Segundos depois, Cisneros atacou Erin, também na região abdominal.

A executiva foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Erin trabalhava no Bank of America e havia concluído o curso de Direito na Fordham Law School em 2021, ao lado do marido, Frank Piacenti.

Policiais cercaram a suspeita e ordenaram repetidamente que ela soltasse as facas. De acordo com a comissária Jessica Tisch, Cisneros recusou-se a obedecer e avançou em direção aos agentes.

O uso de armas de choque não conseguiu detê-la, e dois policiais abriram fogo. A suspeita morreu posteriormente no hospital.

A polícia informou que Cisneros possuía registros anteriores relacionados à saúde mental, mas não tinha histórico de prisões.

As autoridades afirmaram que não existem indícios de terrorismo.

O caso reacende o debate sobre segurança pública e sobre a necessidade de identificar e tratar crises psiquiátricas antes que elas terminem em violência. Associated Press⁠

Opinião do Editor:
Uma tragédia que não começou em Times Square

A morte de Erin Piacenti não pode ser reduzida a mais um número nas estatísticas de violência urbana.

Uma jovem profissional saiu para viver um dia comum e não voltou para casa porque foi escolhida aleatoriamente como alvo.

Também seria irresponsável afirmar que transtornos mentais, por si só, tornam alguém violento.

O que o caso expõe é a gravidade de uma crise que, aparentemente, já havia produzido contatos anteriores com as autoridades.

Quando sinais de risco são conhecidos, mas não resultam em acompanhamento eficaz, o preço da omissão pode ser irreparável.

A segurança pública e a assistência de saúde mental não são pautas concorrentes. Elas precisam funcionar juntas. Erin merecia chegar em casa.

A sociedade deve exigir respostas que protejam potenciais vítimas e ofereçam intervenção séria antes que uma pessoa em crise represente perigo para si mesma ou para terceiros.

Marcello Malcher - Publisher/Editor
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09/01/2026

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Secretário do Exército dos EUA pede demissão, após atritos com Pete Hegseth!

Dan Driscoll renunciou ao cargo de secretário do Exército dos Estados Unidos após aproximadamente 18 meses à frente da força.

Segundo uma autoridade americana ouvida pela ABC News, o presidente Donald Trump aceitou a renúncia na noite de segunda-feira.

A Casa Branca elogiou o trabalho de Driscoll, mas não apresentou publicamente uma razão específica para sua saída.

A renúncia ocorre após meses de atritos relatados entre Driscoll e o secretário de Defesa,

Pete Hegseth. As tensões teriam aumentado com mudanças realizadas na cúpula do Exército e divergências sobre a condução de projetos de modernização militar.

A saída de Driscoll aprofunda a preocupação com a rotatividade dos principais dirigentes civis e militares do Pentágono.

Veterano da Guerra do Iraque, Driscoll serviu como oficial de blindados e comandou um pelotão de cavalaria da 10ª Divisão de Montanha.

Como secretário, defendeu reformas no sistema de aquisição de armamentos, maior utilização de drones e uma estrutura militar mais ágil.

Ele também participou das negociações americanas relacionadas à guerra entre Rússia e Ucrânia.

A saída acontece em um momento de elevada pressão internacional, com operações americanas no Oriente Médio e negociações diplomáticas envolvendo Ucrânia e Rússia.

A renúncia retira do comando uma autoridade que vinha acumulando funções militares, administrativas e diplomáticas, e aumenta as dúvidas sobre quem assumirá a liderança do Exército.

Opinião do Editor:
A saída de Dan Driscoll não pode ser interpretada como uma simples substituição administrativa.

Quando divergências internas provocam sucessivas mudanças no comando militar durante um período de conflitos e tensões internacionais, a estabilidade institucional passa a ser uma questão de segurança nacional.

O governo deve explicar com transparência o que provocou a ruptura e demonstrar que decisões estratégicas não estão sendo subordinadas a disputas pessoais ou políticas.

Os Estados Unidos precisam de uma liderança militar coesa, experiente e preparada, principalmente quando qualquer desorganização no Pentágono pode produzir consequências muito além das fronteiras americanas.

Marcello Malcher - Publisher/Editor
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08/30/2026

EXTRA! EXTRA!
EUA voltam a atacar o Irã e tensão explode no Estreito de Hormuz

Os Estados Unidos realizaram neste domingo, 30 de agosto, seu primeiro ataque conhecido contra o Irã desde o fim de julho, atingindo dois lançadores na ilha iraniana de Larak, no estratégico Estreito de Hormuz.

Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), integrantes da Guarda Revolucionária Islâmica estavam preparando foguetes capazes de transportar minas marítimas para o estreito quando as forças americanas realizaram o ataque.

A operação ocorre poucos dias depois de os militares americanos concluírem a retirada de minas das principais rotas internacionais de navegação da região.

A Guarda Revolucionária do Irã confirmou que o ataque deixou mortos e feridos entre militares e civis, mas não informou um número preciso de vítimas.

Teerã prometeu responder e “punir” os responsáveis, aumentando imediatamente o risco de uma nova rodada de confrontos entre as duas potências.

Relatos iranianos apontaram ainda que o ataque teria sido realizado por drones, informação que, neste momento, não está confirmada de forma independente.

O novo confronto devolve o Estreito de Hormuz ao centro da guerra.

Antes do conflito, aproximadamente um quinto do petróleo consumido mundialmente passava pela região, tornando qualquer escalada militar uma ameaça não apenas à segurança do Oriente Médio, mas também ao abastecimento energético e à economia internacional.

Depois de semanas de relativa redução dos ataques diretos, a ofensiva americana e a promessa iraniana de retaliação abrem novamente uma fase extremamente imprevisível da guerra.

Opinião do Editor:
O que aconteceu neste domingo não deve ser tratado como apenas mais um ataque militar.

Quando Estados Unidos e Irã voltam a trocar ameaças e ações diretas no Estreito de Hormuz, o risco ultrapassa as fronteiras dos dois países. Uma retaliação iraniana poderá provocar uma nova resposta americana e criar uma sequência de ataques cada vez mais difícil de interromper.

O mundo precisa acompanhar as próximas horas com atenção: em uma guerra que já dura mais de seis meses, uma única decisão errada pode transformar uma nova escalada em uma crise ainda maior.

Marcello Malcher - Publisher/Editor
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08/30/2026

EXTRA! EXTRA!
NASA lança telescópio Roman e abre nova era na exploração espacial: o legado de Nancy Grace Roman, a mulher que ajudou a tornar o Hubble realidade

A NASA lançou com sucesso neste domingo, 30 de agosto de 2026, o Nancy Grace Roman Space Telescope, um dos mais importantes observatórios espaciais já desenvolvidos pela agência.

O telescópio decolou às 7h26, horário do leste dos Estados Unidos, a bordo de um Falcon Heavy da SpaceX, do Kennedy Space Center, na Flórida.

Roman segue agora em direção à região do ponto de Lagrange L2, a cerca de 1,6 milhão de quilômetros da Terra, levando instrumentos capazes de mapear bilhões de galáxias, procurar aproximadamente 100 mil mundos fora do Sistema Solar e ajudar a ciência a investigar os grandes mistérios da matéria e da energia escuras.

Mas a história deste lançamento também é a história da mulher cujo nome está escrito no telescópio. Nancy Grace Roman entrou para a NASA em 1959 e tornou-se a primeira chefe de Astronomia da agência, construindo sua carreira em uma época em que pouquíssimas mulheres ocupavam posições de liderança na ciência e na exploração espacial.

Ela foi uma das principais responsáveis por defender dentro da NASA a necessidade de colocar grandes observatórios acima da atmosfera terrestre.

Seu trabalho foi fundamental para desenvolver o programa que décadas depois produziria o Hubble Space Telescope, razão pela qual Roman ficou conhecida como a “Mãe do Hubble”.

Nancy Grace Roman morreu em 2018, aos 93 anos, e não chegou a ver o lançamento do observatório que receberia seu nome em 2020.

Mas existe um simbolismo extraordinário no que aconteceu hoje: uma mulher que passou décadas abrindo espaço para a astronomia, e para outras mulheres dentro da ciência, agora tem seu nome viajando pelo Universo.

O Hubble ajudou a transformar sua visão em história; o Roman poderá levá-la ainda mais longe.

Ela não viveu para assistir à decolagem, mas o futuro que ajudou a construir decolou neste domingo.

Opinião do Editor:
A ciência também é feita por pessoas que enxergam possibilidades antes que elas pareçam possíveis.

Nancy Grace Roman fez isso em uma época em que ser mulher já representava uma barreira adicional para chegar aos grandes centros de decisão científica.

Por isso, talvez a imagem mais poderosa deste lançamento não seja apenas a de um foguete deixando a Terra.

É saber que nele segue um observatório carregando o nome de uma mulher que ajudou a abrir caminho para o Hubble e para gerações de cientistas.

Hoje, Nancy Grace Roman não é apenas parte da história da NASA. Seu nome está a caminho das estrelas.

Marcello Malcher - Publisher/Editor
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